Néscios que se elegem
Nessa alucinante corrida por melhores empregos, melhores salários, conseguir subir degraus na escala social (que vivem os humanos na sociedade contemporânea) - para atingir esses fins - conseguir uma bolsa numa universidade tornou-se um lugar comum tão banal quanto passar mantega no pão. Uma outra alternativa que interessa a muitos estudantes, é o de passar em um concurso público, assim obtendo uma vaga de trabalho na máquina do estado. Os benefícios desejados são: bons salários, estabilidade, seguro de previdencia. Alguns são tão obcecados em atingir essas metas que ficam lelés da cuca.
Para atingir um desses objetivos, seja o de estudar em uma boa universidade, seja o de conseguir passar num concurso público, ambos precisam passar em uma prova de conhecimentos gerais; não só ir bem nessa prova, mas vencer a competição entre os vários outros que estão disputando as vagas e, naturalmente, haverão incluídos e excluídos. Para prestar o vestíbular é preciso pagar uma taxa de inscrição, porém os estudantes vindo de famílias de renda baixa, conseguem a isenção do pagamanto dessa taxa nas universidades públicas, depois de requererem. Já a taxa que se tem que pagar para prestar um concurso público, não é possivel requerer a isenção dela. Um desempregado resolve prestar um concurso público em nosso país, para conseguir um emprego para sobreviver e ele tem que pagar. Isso é uma coisa lamentável e vergonhosa.
Para entrar na política, a lógica muda um pouco. Nossos políticos não precisam prestar nenhuma vestibular de conhecimentos gerais, podem ser grandes ignorantes, genuínas bestas quadradas; não saberem a história de nosso povo, os problemas ambientais que vivemos e suas causas, sem nem mesmo entenderem da própria ciência política, de qual é o papel de cada um dos três poderes que formam o estado moderno, ainda sim eles podem ser eleitos e ocuparem cargos centrais em nossa sociedade. E o que dá a eles essa condição?
É que para ser eleito na política brasileira é preciso possuir uma importante quantia em dinheiro, o suficiente para fazer caríssimas campanhas publicitárias e comprar apoios. Quem não tem capital suficiente, curva-se a quem tem. Quem não se curva não é eleito.
Um outro dia eu parei para me perguntar, por que é que quando vejo programas publicitários de cunho eleitoral, os candidatos ficam parecidos com pastas de dente, sanduíches de presunto, televisores, bebidas, etc? Eu não consigo olhar para um político de publicidade eleitoral como uma pessoa. Eu olho para eles e vejo produtos que estão sendo oferecidos; tenho que decidir qual vou comprar, consumir e qual não vou comprar, consumir. E são realmente produtos como a propaganda os vende. Será que posso reclamar no procon? Meu dinheiro será devolvido? (risos)
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Para atingir um desses objetivos, seja o de estudar em uma boa universidade, seja o de conseguir passar num concurso público, ambos precisam passar em uma prova de conhecimentos gerais; não só ir bem nessa prova, mas vencer a competição entre os vários outros que estão disputando as vagas e, naturalmente, haverão incluídos e excluídos. Para prestar o vestíbular é preciso pagar uma taxa de inscrição, porém os estudantes vindo de famílias de renda baixa, conseguem a isenção do pagamanto dessa taxa nas universidades públicas, depois de requererem. Já a taxa que se tem que pagar para prestar um concurso público, não é possivel requerer a isenção dela. Um desempregado resolve prestar um concurso público em nosso país, para conseguir um emprego para sobreviver e ele tem que pagar. Isso é uma coisa lamentável e vergonhosa.
Para entrar na política, a lógica muda um pouco. Nossos políticos não precisam prestar nenhuma vestibular de conhecimentos gerais, podem ser grandes ignorantes, genuínas bestas quadradas; não saberem a história de nosso povo, os problemas ambientais que vivemos e suas causas, sem nem mesmo entenderem da própria ciência política, de qual é o papel de cada um dos três poderes que formam o estado moderno, ainda sim eles podem ser eleitos e ocuparem cargos centrais em nossa sociedade. E o que dá a eles essa condição?
É que para ser eleito na política brasileira é preciso possuir uma importante quantia em dinheiro, o suficiente para fazer caríssimas campanhas publicitárias e comprar apoios. Quem não tem capital suficiente, curva-se a quem tem. Quem não se curva não é eleito.
Um outro dia eu parei para me perguntar, por que é que quando vejo programas publicitários de cunho eleitoral, os candidatos ficam parecidos com pastas de dente, sanduíches de presunto, televisores, bebidas, etc? Eu não consigo olhar para um político de publicidade eleitoral como uma pessoa. Eu olho para eles e vejo produtos que estão sendo oferecidos; tenho que decidir qual vou comprar, consumir e qual não vou comprar, consumir. E são realmente produtos como a propaganda os vende. Será que posso reclamar no procon? Meu dinheiro será devolvido? (risos)
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Existe muita coisa que precisa ser mudada em nossa política. O objetivo desse artigo é tanto fazer uma reflexão sobre a política e sua relação com o capital financeiro, quanto propor a criação de uma lei. Antes de alguém poder se candidatar em nossa política, seria interessante se os políticos fossem obrigados a terem que fazer uma provinha de conhecimentos gerais. Para terem o direito de se candidatarem-se eles teriam que acertar no mínimo 80% das questões - assim os políticos brasileiros entrariam em extinção (risos) - O que acham dessa ideia? Lógico que ela é difícil de ser aprovada, levando em consideração que a maior parte dos deputados e senadores eleitos não possuem cultura, nem sequer para acertar 50% de uma prova de nível do segundo grau.
De qualquer maneira fica aqui minha proposta. Quem de vocês for a favor pode dar uma grande ajuda enviando esse e-mail para outros contatos da sua lista.
Bay !
De qualquer maneira fica aqui minha proposta. Quem de vocês for a favor pode dar uma grande ajuda enviando esse e-mail para outros contatos da sua lista.
Bay !
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