Reflexão sobre o existencialismo
Waking Life é um dos filmes de animação mais filosoficos que tive a oportunidade de assistir. Esse filme é tão legal, que ao invez de eu fazer qualquer tipo de comentário sobre ele, vou apenas trancrescrever a fala de um dos personagens do filme:
O motivo de eu me recusar a aceitar que o existencialismo é como outra moda francesa ou curiosidade histórica, é que eu acho que ele tem uma coisa muito importante para nos oferecer no novo século. Eu sinto que estamos perdendo as virtudes verdadeiras de viver a vida apaixonadamente, o sentido de ter responsabilidade pelo que você é, a habilidade de fazer alguma coisa por você e se sentir bem com a vida. O existencialismo é sempre discutido como se fosse uma filosofia do desespero, mas eu acho que a verdade é bem o contrário.
Uma vez entrevistaram Sartre e ele disse que nunca sentiu um dia desespero na vida. Mas uma coisa que percebo vendo esses homens, não é um sentimento de angustia sobre a vida, mas uma especie de exuberância de se sentir acima disso como se a vida fosse sua para criar. Eu lii os pos-modernistas com algum interesse e até admiração; mas quando eu leio, sempre tenho uma sensação até ruim de que alguma coisa totalmente essencial foi deixada para fora. Quanto mais se fala sobre uma pessoa como uma construção social, ou como confluencia de forças, ou fragmentada, ou marginalizada, o que você faz é abrir um mundo totalmente novo de desculpas; e quando Sartre fala em sobre responsabilidade, não está falando sobre uma coisa abstrata, não está falando sobre o tipo de alma que os teologos discutiriam, é uma coisa muito concreta, é você e eu conversando, tomando decisões, fazendo coisas e aguentando as consequências. Pode ser verdade que existem bilhões no mundo e aumentando, no entando, o que você fizer faz diferença. Faz diferença primeiramente em termos materiais ( para você próprio ), faz diferença para as pessoas ao seu redor e para outras pessoas, e isso dá uma exemplo, quer dizer, em resumo eu acho a mensagem aquí é: nunca devemos nos achar ou nos ver sempre como vítimas de varias forças, é sempre nossa decisão quem nos somos.
[ .... ]
Agora que já fiz a citação da fala do filme, deixo a reflexão para vocês.
Um abraço !
Marco Marques.
O motivo de eu me recusar a aceitar que o existencialismo é como outra moda francesa ou curiosidade histórica, é que eu acho que ele tem uma coisa muito importante para nos oferecer no novo século. Eu sinto que estamos perdendo as virtudes verdadeiras de viver a vida apaixonadamente, o sentido de ter responsabilidade pelo que você é, a habilidade de fazer alguma coisa por você e se sentir bem com a vida. O existencialismo é sempre discutido como se fosse uma filosofia do desespero, mas eu acho que a verdade é bem o contrário.
Uma vez entrevistaram Sartre e ele disse que nunca sentiu um dia desespero na vida. Mas uma coisa que percebo vendo esses homens, não é um sentimento de angustia sobre a vida, mas uma especie de exuberância de se sentir acima disso como se a vida fosse sua para criar. Eu lii os pos-modernistas com algum interesse e até admiração; mas quando eu leio, sempre tenho uma sensação até ruim de que alguma coisa totalmente essencial foi deixada para fora. Quanto mais se fala sobre uma pessoa como uma construção social, ou como confluencia de forças, ou fragmentada, ou marginalizada, o que você faz é abrir um mundo totalmente novo de desculpas; e quando Sartre fala em sobre responsabilidade, não está falando sobre uma coisa abstrata, não está falando sobre o tipo de alma que os teologos discutiriam, é uma coisa muito concreta, é você e eu conversando, tomando decisões, fazendo coisas e aguentando as consequências. Pode ser verdade que existem bilhões no mundo e aumentando, no entando, o que você fizer faz diferença. Faz diferença primeiramente em termos materiais ( para você próprio ), faz diferença para as pessoas ao seu redor e para outras pessoas, e isso dá uma exemplo, quer dizer, em resumo eu acho a mensagem aquí é: nunca devemos nos achar ou nos ver sempre como vítimas de varias forças, é sempre nossa decisão quem nos somos.
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Agora que já fiz a citação da fala do filme, deixo a reflexão para vocês.
Um abraço !
Marco Marques.
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